quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O que é a seita Meninos de Deus?

Meninos de Deus
RESPOSTA: Esta nova seita foi uma tentativa de adaptar um sistema religioso ao modo de vida de hippies e viciados, quando o ideal teria sido o inverso; daí, o abandono da família, a libertinagem e o sexo, bem como os vícios, fazerem parte do “modus vivendi” dos adeptos da nova religião.
 Pergunta: Quem foi o fundador de movimento de jovens?
RESPOSTA: David Brandt Berg, também conhecido por Mo,( Moisés) nascido em 18 de fevereiro de l919, na Califórnia, EUA. Seus pais eram evangelistas da Aliança cristã missionária nos Estados Unidos.Posteriormente, Berg surgiu dizendo ter recebido de Deus uma revelação acerca de uma missão “diferente”, começou seu trabalho na Califórnia, em 1968 entre os Hippies e viciados em tóxicos.Pregando um evangelho apocalíptico e atacando a sociedade americana, bem como as Igreja organizadas, Berg não teve dificuldades para atrair seus primeiros seguidores.
PERGUNTA: Como se deu a expansão da seita?
RESPOSTA:   De 500 membros aproximadamente naquele tempo, se expandiu e cresceu para 4.000 membros que dedicavam tempo integral à organização. Tudo isso aconteceu em pouco mais de um ano, quando organizaram cerca de 400 colônias por todo o mundo.
PERGUNTA:pode citar algumas doutrinas e práticas estranhas que essa seita ensinava e ainda ensina?
RESPOSTA: Segundo o fundador  entendeu pela Bíblia que o profeta verdadeiro promove uma adoração verdadeira e seu ensino se harmoniza com a Bíblia. Nesse particular, qual o ensino central de Moisés David (Mo)? O sexo. Na verdade essa atitude do fundador deve-se a uma frustração conjugal. Moisés David era casado desde 1944 com Jane. O casal tinha quatro filhos, mas enfrentava um sério problema conjugal. Ela só permitia ter relações íntimas com o esposo uma ou duas vezes por ano, pois cria que o sexo não era importante para os cristãos. Este fato atormentou o atormentou até meados de l968, quando conheceu em sua Igreja um jovem chamada Maria, de 23 anos de idade, com a qual passou a ter relações sexuais.
PERGUNTAO fundador ensinava que o sexo era livre e que podiam proceder como ele que abandonou a esposa e se uniu a uma jovem mais nova do que ele?
RESPOSTA: Se Lemos na Biblia que um abismo chama outro abismo ou um pecado pode levar a mais pecados, qual o porte do fundador após esse abandono da esposa? Em suas preocupações ligadas à sexolatria, nem, mesmo as pessoas do Pai, Filho e Espírito Santo escaparam dos devaneios sexuais de Moisés David. Ele declarara que “Deus é um proxeneta“. O dicionário Aurélio define proxeneta como: do latim: pessoa que ganha dinheiro servindo de intermediário em casos amorososAquele que serve de mediador à libidinagem alheia, favorece a prostituição e mantém prostíbulos.Dizer que Deus é um proxeneta é uma das maiores blasfêmias, respondida à altura pela própria Bíblia. I Pedro 1:15-16   “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; 16 – Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo.
PERGUNTA: Mais algum prática ou ensino herético do fundador da seita e qual é ensino ?
RESPOSTA: O fundador, Moisés David,  enfatiza seus próprios ensinos mais do que a própria Bíblia, recomendando aos membros da sua “família” que preferirem suas cartas à leitura da Bíblia: “Decorar as Escrituras é fantástico desde que não vos impeça de ler as últimas cartas de Mo! E quero dizer-vos francamente: se há uma escolha entre ler a Bíblia, quero dizer-vos que é melhor ler o que Deus diz hoje, de preferência ao que disse a dois ou quatro mil anos! Depois, Quando acabarem de ler as últimas cartas de M, podem voltar a ler a Bíblia e As cartas velhas de Mo!”. A Palavra de Deus nunca fica velha. Jesus disse: “Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras não há de passar” (Mt 24.35)

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

DEUS É CRIADOR


CRIAÇÃO X  EVOLUÇÃO
               
               
O que se crê sobre a origem do universo determina o que se crê sobre o modo de vida e o destino.
É impossível provar cientificamente a criação ou a evolução. Seria preciso repetição experimental.
Ambos os sistemas dependem da fé. É errado dizer que o criacionismo é religioso e o evolucionismo é científico. O criacionismo está muito mais de acordo com o conhecimento científico. 
O evolucionista crê em uma matéria pré-existente assim como cremos no Deus pré-existente.
Evolucionismo é uma teoria e não uma ciência.
Os seguintes questionamentos contra a evolução são indícios de criação:
Não há formas intermediárias entre as espécies. Não foram encontradas nos fósseis. Na época de Darwin esperavam encontrar um dia. Até hoje não encontraram. 
Os evolucionistas colocam em fila seres que existem paralelamente.
Semelhanças e diferenças entre gatos e cães – o evolucionista vê sinais de transformação de um em outro. O criacionista vê o projeto de um Criador comum que projetou estruturas semelhantes para funções semelhantes e estruturas diferentes para funções diferentes.
Cruzamento de espécies produzem animais estéreis – jumento + égua  (ou cavalo + jumenta) = mula.
Mutações não provam a evolução. Deus capacitou os organismos a se adaptarem às condições ambientais. Possibilitou também a variedade racial, mas uma nova raça não é uma nova espécie.
Para negar que a criação seja um fato, é preciso negar a existência de Deus. Só pode dizer que Deus não existe uma pessoa que possa ter conhecimento universal e estar presente em todos os lugares para constatar a ausência de Deus em todos eles. Então, só “um Deus” pode verificar e afirmar que Deus não existe.  
Criacionismo e Evolucionismo são conjuntos de conceitos não comprováveis cientificamente. Porém, são comparáveis com a realidade, de modo que se pode verificar qual dos dois conjuntos é mais coerente com ela.
Cada conjunto conceitual tem seus pressupostos e faz suas previsões. 
O evolucionismo ensina que toda a realidade é um processo único de auto-transformação. A matéria se desenvolve, para melhor, sem a intervenção de qualquer força imaterial. Ensinam, portanto, que o acaso, operando sem controle inteligente e sem propósito, produz o progresso, a inteligência e o aperfeiçoamento constante.
O criacionismo ensina que tudo foi feito no princípio e nada mais está sendo criado. Nada está se aperfeiçoando, mas se corrompendo por causa do pecado.

               
ASSUNTO
PREVISÃO EVOLUCIONISTA
PREVISÃO CRIACIONISTA
Galáxias
modificação constante
continuidade do estado original
Estrelas
um tipo se transforma em outro
não existe transformação
Corpos celestes
se aperfeiçoando
se deteriorando
Surgimento da vida
a partir da não-vida
a partir da vida.
Tipos de rochas
Diferentes de uma era para outra
Iguais em todas as eras
Ordem dos organismos
Série contínua
Espécies paralelas
Novos tipos de vida
aparecem
não aparecem
Mutações
são benéficas
são prejudiciais
Seleção natural
processo criativo
processo conservativo
Registro fóssil
inúmeras transições
lacunas sistemáticas
Aparecimento do homem
a partir do macaco
sem ligação com o macaco.
Civilização
lenta e gradual
contemporânea ao homem

A previsões criacionistas, mostradas no quadro anterior,  estão mais coerentes com a realidade que vemos ao nosso redor.
O evolucionista se esforça para demonstrar suas teses. O criacionista apela simplesmente para a observação da realidade.
O evolucionista acredita que as mutações são benéficas. Porém, nenhum deles estimula o derrame de material radioativo na natureza para estimular mutações. Notamos então uma contradição entre a teoria e a prática.
O relógio é prova da existência do relojoeiro. A natureza complexa do corpo humano nos leva a concluir que houve planejamento e que, portanto, existe uma inteligência por trás disso. A beleza e o padrão existente na natureza nos levam a concluir que existe um pensamento único que planejou tudo.
O universo funciona sobre um sistema matemático perfeito.  O cérebro humano é a estrutura mais complexa que já se descobriu, possuindo algo próximo de 10 milhões de células.

A evolução é anti-ciência -  Se tudo continua evoluindo, inclusive as leis naturais, então todo o conhecimento científico pode se perder a qualquer momento por não mais corresponder à realidade. Se, porém, o criacionismo for verdadeiro, então a ciência pode estar segura da imutabilidade das leis naturais.

Lei natural – causa e efeito – nenhum efeito pode ser maior que a sua causa.  Como um pontinho de matéria sem vida e sem inteligência poderia dar origem à vida e à inteligência, à moral, ao amor, ao espiritual, à consciência, à personalidade.  A figura de Deus combina muito mais com a lei de causa e efeito. 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

AS MARCAS DE UMA IGREJA APOSTATA

1) abre mão de pressupostos doutrinários para não ofender as pessoas com mensagens consideradas ofensivas, portanto não se fala mais sobre pecado e não se denuncia mais os pecadores como perdidos de maneira correta e coerente.

2) Não mais defende um estilo de vida de santidade, mas abraçou o mundanismo em praticamente todos os setores.

3) Não mais se interessa em pregar a mensagem profética que condena o pecado, mas somente aquilo que agrada o povo.

4) A ênfase está na prosperidade e nos bens terrenos, daí a sórdida ganância ser o espírito reinante nas assembléias.

5) Promove a injustiça ministerial e social, pagando salários altíssimos aos lideres a custa do dizimo do pobre, enquanto milhões de pessoas passam fome, enquanto os missionários sobrevivem de escassos salários em terras distantes.

6) Não existe mais separação do mundo.

7) A bíblia não é mais pregada expositivamente, os dons e as manifestações sobrenaturais como revelações e profecias e manifestações estranhas, ocupam o espaço do culto.

8) Musica barulhenta e manipulação psico-emocional são marcas distintas, nas igrejas apostatas.

9) Seus membros passam a sofrer lavagem cerebral ao invés de experimentar o novo nascimento.

10) Geralmente há uma abertura para o dialogo inter-religioso (neoecumenismo) e seus lideres estão envolvidos com sociedade.

Por; Márcio da silva

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

UM DESAFIO QUE DEVEMOS LEVAR A SÉRIO

Preservando a Identidade da Igreja - Pb. José Roberto A. Barbosa

Publicado em 22 de Agosto de 2011 as 09:15:03 AM Comente

Texto Áureo: II Co. 11.3 - Leitura Bíblica: At. 20.25-32

Pb. José Roberto A. Barbosa

http://www.subsidioebd.blogspot.com/

Twitter: @subsidioEBD

Objetivo: Mostrar aos alunos a necessidade da preservação da identidade da igreja, em conformidade com os princípios bíblicos.

INTRODUÇÃO

Um dos grandes desafios da Igreja, ao longo da sua história, foi o de preservar sua identidade. Em várias ocasiões, desde os primórdios, a Igreja sofreu ameaças que visavam comprometer seu real chamado. Nos dias atuais não tem sido diferente, a Igreja do Senhor Jesus, do mesmo modo que a igreja primitiva, precisa se manter fiel aos princípios apostólicos. Na aula de hoje estudaremos a respeito da preservação da identidade da Igreja, mas antes, definiremos, bíblico-teologicamente, as expressões neo-testamentárias associadas à igreja, em seguida, meditaremos sobre as características identitárias fundamentadas na Palavra de Deus.

1. IGREJA, EXPRESSÕES BÍBLICO-TEOLÓGICAS

No Novo Testamento existem diferentes expressões para definir Igreja. A palavra ekklesia, no contexto social, indicava a assembléia dos cidadãos que foram chamados por um arauto. Etimologicamente, esse é um termo composto de uma preposição ek (para fora) e de um verbo kaleo (chamar, convocar). Portanto, a igreja, no sentido originário da palavra, é constituída por aqueles que foram chamados para não se moldar ao mundo (Rm. 12.2) e caminhar para o alvo, que é Cristo (Fp. 3.14). A igreja também é o povo de Deus, conforme expressa o apóstolo Pedro (I Pe. 2.9,10), definindo-a como “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo (laos em grego) exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. A Igreja é apresentada como uma comunhão (koinonia em grego), um povo que vive em participação, semelhantemente a uma família, por essa razão, somos identificados como filhos do Pai e irmãos em Cristo (I Jo. 1.3). A Igreja primitiva de Jerusalém foi marcada pela realidade da koinonia (At. 2.42). A igreja é também o Corpo de Cristo, sendo assim, ela deve responder à Cabeça, que é Cristo (Cl. 2.19; Ef. 4.15,16,24). Essa condição contribui para sua unidade (Jo. 17.11; I Co. 1.10), ainda que na diversidade (I Co. 12-14; Rm. 12; Ef. 4; I Pe. 4.10). Como corpo saudável, a igreja deva buscar crescimento espiritual, caso contrário, permanecerá carnal (I Co. 3.2; 12.27) e procurar os melhores dons para a edificação do Corpo (I Co. 12.11,31; 14.1), sem esquecer do amor, o caminho sobremodo excelente (I Co. 13). A maturidade espiritual deve ser o alvo principal do Corpo, a fim de que todos possam alcançar a estatura adulta e a plenitude de Cristo (Ef. 4.13-16). A Igreja é a Noiva de Cristo, tendo em vista que o Novo Testamento revela Deus como um Pai que busca uma noiva para seu filho (Mc. 1.11; 9.7; 12.6; Ef. 5.27). Em resposta à fidelidade do Esposo, a igreja precisa demonstrar fidelidade (II Tm. 2.13; II Tm. 4.7), pureza (Ap. 19.7; Ef. 5.26,27; I Co. 11.2) e amor ao Seu Amado (Ap. 2.4,5; Ef. 3.18,19; 5.2; 25-27; Os. 2). A Igreja é templo, santuário e edifício de Deus, isso mostra que essa se encontra em processo de construção, e que Cristo é Seu alicerce (Mt. 16.18; I Co. 3.11; Ef. 2.20-22; I Pe. 2.4,5), sendo Deus o Arquiteto e Proprietário (I Co. 3.16).

2. A IDENTIDADE DA IGREJA

A identidade da igreja diz respeito às suas características bíblicas, a razão de ser igreja. Reconhecer que a igreja deva ter uma identidade significa, ao mesmo tempo, distinguir a Igreja de Jesus, das não-igrejas, isto é, dos movimentos que se diferenciam dos padrões genuinamente bíblicos. Antes de qualquer equívoco, é preciso destacar que igreja não um espaço físico, nem mesmo uma estatística. Sendo assim, não podemos confundir o templo, por mais simples ou suntuoso que seja, com a igreja, muito menos o total de membros que uma determinada agremiação religiosa. A Igreja é um povo unido que se submete à Cabeça que é Cristo, uma família que vive em união, com vistas à adoração e à gloria do Senhor. A identidade de uma igreja que é cristã deva levar em conta os seguintes aspectos: 1) ela não é perfeita, mas se esforça para caminhar em santificação, na luta contra os desejos desenfreados, os enganos do mundo, da carne e do Diabo (I Jo. 3.2); 2) demonstra interesse de ouvir a Palavra de Deus, por isso, uma igreja autêntica, ainda que não seja perfeita, se interessa por aprender mais de Deus, valoriza menos os movimentos superficiais e mais a exposição bíblica (II Tm. 4.2-4); 3) os ministradores de uma igreja genuína privilegiam a mensagem expositiva, eles se submetem ao crivo do texto bíblico, ao invés de reforçarem suas posições a partir de versículos isolados da Escritura (Lc.24.27; At. 6.4; Ef. 6.19,20); 4) se preocupa com a ortodoxia bíblica, isto é, não apenas em agir corretamente, a ortopraxia, mas também em fundamentar suas atitudes na doutrina bíblica, por isso, não tem receio de ser avaliada à luz da Palavra (Tt. 1.9,13; 2.1); e 5) expõe o evangelho de Jesus Cristo em sua essência, sem desprezar a mensagem da Cruz, loucura para o sábios, salvação para aqueles que se arrependem e crêem (I Co. 1.18).

3. PRESERVANDO A IDENTIDADE DA IGREJA

A preservação da identidade da igreja se dá, prioritariamente, pela observância dos princípios bíblicos. Na igreja cristã, a autoridade central é a Palavra de Deus, diferentemente da Igreja Romana, que elegeu a tradição como fundamento; e do liberalismo teológico, que submete a fé à razão. A igreja cristã, seja ela pentecostal ou reformada, não pode esquecer a máxima da Reforma Protestante: ecclesia reformata semprer reformanda, isto é, igreja reformada e sempre desejando ser reformada. A reforma na igreja não se baseia no pensamento humano, ainda que não possa desprezar as contribuições teológicas, mas na norma que é a Bíblia, a Palavra de Deus. A preservação da identidade da igreja, a Ekklesia, é estabelecida a partir da perseverança na doutrina dos apóstolos, na comunhão e no partir do pão (At. 2.42-44) e na prática do amor, como característica marcante dos seguidores de Jesus (Jo. 13.35). Paulo, em suas epístolas, demonstrou zelo pela preservação da identidade da igreja do Senhor Jesus, dentre elas destacamos: I Coríntios - corrigir os partidarismos, excessos e carnalidades; Gálatas - advertir quanto às práticas judaizantes que comprometiam o evangelho de Cristo; Colossences - rejeitar a adoração aos anjos, crença gnóstica que inferiorizava a pessoa de Cristo; I Tessalonicenses - orientar os irmãos quanto à bendita esperança, tanto para os que estão vivos quanto para os que dormem no Senhor; e I Timóteo, II Timóteo e Tito - recomendações pastorais a fim de manter a sã doutrina e a vida piedosa. As palavras de Jesus, dirigidas às igrejas da Ásia Menor, registradas por João nos capítulos iniciais do Apocalipse (Ap 2-3), servem de corretivo para que a igreja tenha mantenha sua identidade.

CONCLUSÃO

Crise de identidade, essa é a situação das igrejas evangélicas brasileiras. O crescimento do número de adeptos ao movimento evangélico resultou na existência de um fenômeno sociológico: os evangélicos nominais, ou seja, de pessoas que se dizem evangélicas, mas que não se comprometem, ou na verdade, desconhecem os princípios do evangelho de Cristo. Cristãos nominais geram igrejas nominais, com identidades líquidas, diluídas pelo mundanismo, distanciadas da Palavra de Deus. Diante de tal situação, cabe à Igreja evangélica brasileira perguntar-se, constantemente, pela sua identidade bíblica, para tanto, não pode esquecer de onde veio, onde se encontra e para onde está indo.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

SÉRA A MORTE UM SONO

A MORTE É UM SONO

1. Como se interpreta 1 Ts 4.13 que os mortos dormem. Significa isso que a morte é um sono?

Os adventistas do sétimo dia negam a sobrevivência da alma por ocasião da morte do corpo. Dizem, A Morte é um Sono. Morte não é aniquilação completa; é apenas um estado temporário de inconsciência enquanto a pessoa aguarda a ressurreição. A Bíblia identifica repetidamente esse estado intermediário como um sono.(NISTO CREMOS, p. 457 – 1a edição - CPB)

Dizem mais, Para o cristão a morte não é mais que um sono, um momento de silêncio e escuridão.(Subtilezas do Erro, 1ª edição, p. 272, Arnaldo Christianini, CPB)

2. O que dizem sobre Lc 16.19-31 quando Jesus narra os acontecimentos com o Rico e o Pobre: essa passagem bíblica prova a consciência da alma depois da morte?

Na tentativa de salvaguardar sua doutrina da inconsciência da alma, os adventistas se valem de tudo. Vejamos o que disse o escritor Arnaldo Christianini com relação a Lc 16.19-31, onde Jesus falou da consciência da alma após a morte física tanto de Lázaro, no paraíso, em estado de consolo consciente; como do rico, em estado de tormento consciente no Hades.

Fosse real, não conteria enredo eivado de idéias pagãs...Eram idéias populares nos dias de Jesus, mas não eram conceitos bíblicos.... Jesus, como recurso didático, serviu-Se de idéias populares, embora errôneas, para chegar a conclusões corretas. (Subtilezas do Erro, p. 255, 1ª edição, CPB, Arnaldo Christianini).

Imaginem só: Jesus se utilizou se de enredo eivado de idéias pagãs, de idéias populares, embora errôneas, mas não eram conceitos bíblicos. Atribuir isso a Jesus, é o cúmulo da blasfêmia e só pode admitir tal conceito quem está transtornado por idéias preconcebidas sem apoio bíblico. Ajustam-se tais pessoas ao que disse o profeta Ezequiel quando o modo de pensar não está apoiado na Bíblia e aí se insurgem com ensinos estapafúrdios admitindo que, como recurso didático, Jesus usasse de enredo de idéias pagãs,

No entanto, dizeis: O caminho do Senhor não é direito. Ouvi, agora ó casa de Israel: Porventura não é o meu caminho direito? Não são os vossos caminhos tortuosos? (18.25). Senhores adventistas: o ensino do sono da alma apregoado por Ellen G. White não é direito, não obstante a cultura religiosa de quem escreveu o livro Subtilezas do Erro.

O SENTIDO DA PALAVRA MORTE

3. Qual é realmente o significado da palavra morte? Significa aniquilamento ou inconsciência?

A palavra morte não tem o sentido de inconsciência. A palavra morte é a tradução da palavra grega thanatos e tem o sentido de separação. Embora discordem desse opinião, declaram com relação ao pecado de Adão e Eva quando no Éden desobedeceram a Deus tomando do fruto proibido. Afirmam os adventistas, “Mas depois de haverem transgredido a ordem divina, Adão e Eva descobriram que o salário do pecado é realmente a morte.”(NISTO CREMOS, p. 457, CPB). Morreram Adão e Eva no sentido em que os adventistas interpretam a palavra morte – ‘um estado temporário de inconsciência enquanto a pessoa aguarda a ressurreição’? Ou eles mesmos reconhecem que não ocorreu a morte nesse sentido de inconsciência?

Dizem, “Foi tão-somente a misericórdia de Deus que protegeu Adão e Eva da morte imediata.” (NISTO CREMOS, p. 457, CPB). Mas Deus não havia dito que, ... “no dia em que dela comeres, certamente morrerás”? (Gn 2.17). Ocorreu realmente a morte física do casal? Não! Deus mentiu? Não! O que realmente ocorreu? Morreram sim naquele mesmo dia pois foram postos fora da comunhão com Deus (Gn 3.8,9) e fora do Jardim do Eden (Gn 3.24). Fisicamente, Adão veio morrer com 930 anos. (Gn 5.5). Logo, a palavra morte pode ser empregada como separação e esta separação de Deus ocorreu naquele mesmo dia. Esta morte é a que tem passado a toda humanidade. Mesmo o homem vivendo fisicamente, até o dia em que venha a morrer fisicamente. Vejamos o emprego da palavra morte no sentido de separação espiritual de Deus:

4. Como se interpretam as palavras de Jesus Segue-me. Deixa aos mortos, sepultar os seus mortos.(Mt 8.22)

Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me. Deixa aos mortos, sepultar os seus mortos.(Mt 8.22)

Porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado.(Lc 15.24)

E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados.(Ef 2.1)

Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos) (Ef 2.5)

A que se entrega aos prazeres, mesmo viva, está morta. (1 Tm 5.6)

Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte.(1 Jo 3.14)

Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto. (Ap 3.1)

O SENTIDO DA PALAVRA ALMA


5. Qual o sentido da palavra alma encontra várias vezes na Bíblia?

O conceito dos adventistas acerca da natureza da alma é tão grave que se dão ao luxo de afirmar, “O que o homem possui é o ‘fôlego de vida’ ou ‘vida’(o que dá animação ao corpo) que lhe é retirado por Deus, quando expira. E o fôlego é reintegrado no ar, por Deus. Mas não é entidade consciente ou o homem real como querem os imortalistas. (Subtilezas do Erro, p. 249, 1ª edição, Arnaldo Christianini - CPB)

Entretanto, a palavra alma é a tradução da palavra hebraica nephesh e da palavra grega psyche e usada em vários sentidos na Bíblia. É como a palavra leite. Há pelo menos três sentidos em que se emprega a palavra leite na Bíblia.

a) a palavra leite em seu sentido literal como alimento liquido, branco, Tomou também coalhada e leite... (Gn 18.8)

b) a palavra leite em sentido de bênção material, Se o Senhor se agradar de nós, então nos porá nesta terra e no-la dará, terra que mana leite e mel.(Nm 14.8)

c) a palavra leite em sentido de alimento espiritual, Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo. (1 Pe 2.2)

Do mesmo modo, a palavra alma é empregada com vários sentidos: um sentido literal e dois sentidos ou mais figurados.

a) a palavra alma, empregada com o sentido literal de entidade consciente e inteligente e que sobrevive a morte do corpo:

1. alma sobrevive à morte do corpo e se retira quando o corpo morre, Ao sair-lhe a alma (porque morreu), deu-lhe o nome de Benoni...(Gn 35.18);

2. ao ressuscitar o corpo, a alma retorna ao corpo, Ó Senhor, meu Deus, rogo-te que a alma deste menino tornar a entrar nele. O Senhor atendeu à voz de Elias: e a alma do menino tornou a entrar nele, e reviveu; a alma não pode morrer com o corpo, Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo. (Mt 10.28);

6. Para onde vai a alma do cristão por ocasião da sua morte física?

3. a alma do cristão vai estar com Cristo no céu, Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram. (Ap 6.9-11)

b) a palavra alma empregada com o sentido figurado de pessoa: Todas as pessoas(almas) da casa de Jacó, que vieram para o Egito, foram setenta. (Gn 46.27); Todas as pessoas (almas), pois, que descenderam de Jacó foram setenta... (Ex 1.5); Estávamos no navio duzentas e setenta e seis pessoas (almas) ao todo. (At 27. 37)

c) a palavra alma empregada com o sentido figurado de vida: E certamente requererei o vosso sangue, o sangue das vossas vidas. (Gn 9.5); Escapa-te por tua vida. (Gn 19.17)

Entretanto, alma e vida são expressões distintas, Para desviar a sua alma da cova, e a sua vida de passar pela espada.(Jó 33.18); E a sua alma se vai chegando à cova, e a sua vida ao que traz morte.(Jó 33.22).

O SENTIDO DA PALAVRA DORMIR


7. Qual o sentido da palavra dormir: dormir se aplica ao corpo ou a alma?

A palavra dormir é a tradução da palavra grega koimaomai é usada em três sentidos:

1) para referir-se ao sono natural do corpo, Dizei: Vieram de noite os seus discípulos e, dormindo nós, o furtaram.(Mt 28.13): E, levantando-se da oração, veio para os seus discípulos, e achou-os dormindo de tristeza (Lc 22.45)

2) para referir-se à morte do corpo :E abriram-se os sepulcros, e muitos corpos de santos que dormiam foram ressuscitados (Mt 27.52): Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. (Jo 11.11); Lázaro , está morto. (Jo 11.14); Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal., porque é já de quatro dias. (Jo 11.39).

3) A expressão “dormir no Senhor” é empregada apenas para os cristãos. Não quero porém irmãos que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais que não têm esperança, porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. (1 Ts 4.13, 14)

8. Sobre 1 Ts 4.13-14 é um texto meio difícil de se interpretar porque dá a impressão de que na morte o homem realmente dorme. Qual a sua opinião?

4) A palavra chave para o entendimento de 1 Ts 4.13,14 está na preposição grega sun (com) no v. 14. Declara que Deus os tornará a trazer com ele (sun auto), isto é, com Jesus na sua vinda, os que já provaram a morte física. Seus corpos são descritos como dormindo, uma linguagem de metáfora comum no Novo testamento para referir-se ao corpo nunca ao espírito e alma (Mt 27.52). A segunda vez que se usa sun (com) é no v. 17, referindo-se aos que sobrevivem até à vinda de Cristo e serão arrebatados juntamente com eles (sun autois). Isto é, com os mortos em Cristo (oi nekron en Christo) a encontrar o Senhor nos ares. Aqui, de novo, sun (com) não tem outro sentido senão juntamente com . A última vez que se usa a preposição sun é encontrada ainda no v. 17 e assim estaremos sempre com o Senhor (sun Kurio). É óbvio pois que aqueles que partiram estão com Cristo (Fp 1.21-23) retornarão com ele, ... na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os seus santos. (1 Ts 3.13). Com isso, se dará a ressurreição de seus corpos imortalizados e incorruptíveis. Esses corpos, descritos como dormindo, serão instantaneamente metamorfoseados. Os primitivos cristãos se utilizaram da palavra koimaterion, usada como sinônimo de casa de repouso para estrangeiros para indicar o lugar de repouso dos que já tinham morrido (cemitério ou dormitório), onde os corpos jaziam.

A ESPERANÇA DOS ADVENTISTAS NO ESTADO INTERMEDIÁRIO


9. Para o adventista qual é a esperança no chamado estado intermediário entre a morte e a ressurreição do corpo?

Para o cristão a morte não é mais que um sono, um momento de silêncio e escuridão.(Subtilezas do Erro, 1ª edição, p. 272, CPB) Repetimos o que afirmam, um momento de silêncio e escuridão. Dizemos nós, um momento que pode durar centenas ou milhares de anos. Diante disso, por acaso preciso crer:

1. que os redimidos no céu estão experimentando fartura de alegrias e delícias perpetuamente, enquanto dormem? Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente (Sl 16.11)

2. que o homem rico, depois de sua morte, estava em tormentos, clamava, rogava (Lc 16.23), dormindo? E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E que Lázaro era CONSOLADO enquanto dormia? Disse porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado... (v.25), enquanto dormiam?

3. que, logo que nos ausentamos do corpo estaremos presentes com o Senhor, deleitando-nos com uma maravilhosa comunhão com ele, enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor, Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor... (2 Co 5.6,8), enquanto dormimos?

4. que a morte, para nós, os cristãos, será lucro e muito melhor do que qualquer coisa que tenhamos experimentado aqui na terra, Para mim, o viver é Cristo, e o morrer é ganho... tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda melhor... (Fp 1.21-23), embora estejamos adormecidos?

5. que a congregacão dos primogênitos inscritos no céu, A universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus... (Hb 12.23) é uma igreja de adormecidos?

6. que as almas, debaixo do altar, clamam com alta voz, Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra... (Ap 6.10), embora estejam dormindo?

QUANDO RECEBEMOS VIDA ETERNA?


10. Quando recebemos a vida eterna? É possessão presente ou futura?

Vida eterna – dádiva de Deus para os homens não deve ser confundida com as palavras imortalidade ou incorruptibilidade. Vida eterna é uma possessão presente, enquanto imortalidade e incorruptibilidade são possessões futuras. Na verdade na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. (Jo 5.24)

Por meio de Cristo somos tornados filhos de Deus, a todos quantos o receberam deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome (Jo 1.12) Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus... 1 Jo 5.1); somos justificados pela fé, Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 5.1; e já não existe nenhuma condenação, PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... (Rm 8.1); temos salvação e gozamos de vida eterna, E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o filho de Deus não tem a vida. Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de deus, para que saibais que tendes a vida eterna...(1 Jo 5.11-13)

O homem pode ter existência física e não possuir vida eterna. Vida eterna é uma condição de vida de comunhão com Deus que não sofre solução de continuidade quando ocorre a morte física. A vida eterna nos é concedida como resultado da aceitação de Cristo como Salvador único e pessoal.

IMORTALIDADE E INCORRUPTIBILIDADE


11. Quando o homem possuirá a imortalidade e a incorruptibilidade. Agora ou futuramente?

Imortalidade é definida pelos adventistas da seguinte forma, Imortalidade é o estado ou qualidade daquilo que não está sujeito à morte. Os tradutores das Escrituras usaram a palavra imortalidade para traduzir os termos gregos athanasia, ‘ausência de morte’, e aphtharsia, ‘incorruptibilidade’. (NISTO CREMOS, p. 454 CPB)

Essa imortalidade e incorruptibilidade, nós a receberemos na ocasião da vinda de Jesus, como se lê em 1 Co 15.51-53,

Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto queo é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Assim, hoje já desfrutamos de vida eterna. Vida eterna hoje e futuramente gozaremos de imortalidade e incorruptibilidade quando se der o arrebatamento da igreja em ocasião não conhecida.